Confraria da Cachaça do Brasil degusta e aprova a Cachaça Poesia
Em evento ocorrido no dia 26 de junho, a bebida mineira foi apresentada aos apreciadores de Brasília (DF) e recebeu diversas homenagens dos confrades e confreiras
A Cachaça Poesia, bebida artesanal mineira não envelhecida presente no mercado desde 2007, realizou no dia 26 de junho uma degustação especial com a Confraria da Cachaça do Brasil, sediada em Brasília. No evento, que contou com a presença de Anselmo Bueno, criador da Poesia, mais de 50 confrades, confreiras e demais apreciadores brasilienses da aguardente puderam conhecer em detalhes o processo de produção da bebida, suas propriedades de aroma e sabor, além de desfrutar de um almoço servido na sede da Fundação Rotariana da capital federal.
A degustação da Cachaça Poesia foi a 112ª realizada pela Confraria, entidade sem fins lucrativos fundada no ano 2000 e que tem como objetivo promover o entrosamento entre os apreciadores da aguardente e divulgar suas diversas marcas de qualidade.

Presidida pelo cachaciere José Bonifácio dos Santos, a organização também representa os consumidores brasileiros na Câmara Setorial da Cachaça, do Ministério da Agricultura e se reúne sempre na última sexta-feira de cada mês.

“Foi um prazer imenso apresentar pessoalmente a Poesia aos brasilienses, ainda mais com a chancela de pessoas tão gabaritadas quanto os membros da Confraria”, diz Anselmo Bueno.


Durante o evento, ele recebeu os cumprimentos de diversos apreciadores e produtores ilustres, entre eles Carlos Átila, ex-ministro do Tribunal de Contas da União que atualmente produz sua própria cachaça. “Ela é evidentemente bem feita, bem destilada e fermentada. Gostaria de prová-la envelhecida”, elogiou Átila.

Antes do almoço, José Bonifácio sorteou 16 garrafas de Poesia entre os participantes, e entregou a Bueno o certificado especial da Confraria da Cachaça do Brasil, concedido exclusivamente às marcas avaliadas pelo grupo. O presidente da entidade agradeceu a presença do criador da marca mineira, e na seqüência todos os presentes fizeram o tradicional brinde do grupo, com copos personalizados da Poesia.

O encontro da Confraria também contou com uma homenagem muito especial à bebida degustada: durante o almoço, para completar a ambientação, Sofia Vivo, poeta uruguaia radicada em Brasília, declamou, em espanhol e em português, com a ajuda de sua filha, Sofia Paz, poemas de seus livros mais recentes. A artista também apresentou uma poesia feita especialmente para a ocasião, na qual faz um tributo à marca. Motivado pelo clima da reunião, “Lusitano” Abrantes Malheiro, membro e relações públicas da Confraria também aproveitou o momento e declamou uma quadrinha de sua autoria: “Otá cachaça boa / Anselmo me dá uma garrafa / para levar pra Academia da Cachaça de Lisboa / Cana na roça da Cachaça Poesia / poesia na cidade da cana / poesia não me dá pela panela / dama pela tua boca / é assim que eu gosto dela”.


“Fiquei muito feliz com a recepção da Poesia em Brasília, ainda mais
porque ainda não temos um distribuidor na capital federal”, diz Bueno. “Depois do sucesso que fizemos, acredito que isso vai mudar muito em breve”, completou. Atualmente, a bebida pode ser provada na cidade somente em doses (sem venda da garrafa), na Água Doce Cachaçaria, localizada na Rua Shc/sul, Quadra 412, Bloco A, Loja 03.



