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Festa em BH

Cachaça Poesia participa da festa de encerramento do 1º Cachaça Gourmet.

   Festival gastronômico que reuniu 12 restaurantes e 20 marcas de aguardente artesanal chega ao fim e comemora sucesso de público.   Termina hoje, 28 de agosto, o 1o Cachaça Gourmet, festival gastronômico promovido pelo Clube Mineiro da Cachaça, que reuniu 12 restaurantes de Belo Horizonte e 20 marcas de cachaças artesanais com o objetivo de incentivar a apreciação da boa aguardente e também seu uso na culinária. Durante cinco meses, a cada 15 dias, um dos estabelecimentos localizados na capital mineira apresentou uma receita típica que utilizava a bebida em seu preparo.  

O evento contou com algumas das melhores marcas de cachaça artesanais mineiras, dentre elas a Cachaça Poesia, produzida na cidade de Munhoz, extremo sul de Minas Gerais.

A cada jantar, um público de cerca de 200 pessoas pode apreciar os pratos preparados com as bebidas participantes.   Para o encerramento, foi organizado um grande evento que reunirá um júri composto por 50 empresários do setor, jornalistas e membros da diretoria da Belotur (Secretária de Turismo de Belo Horizonte), além do público participante. Os votos do júri e do público elegerão o melhor prato do festival.  

O empresário criador da Cachaça Poesia, Anselmo Bueno, celebra a iniciativa do Clube Mineiro. “Para nós, ter a marca participando de um evento como esse, que tem como objetivo divulgar a qualidade da bebida que é um dos produtos típicos do Brasil é uma grande alegria”, comenta.   De acordo com Miriam Cerutti, diretora de eventos do Clube Mineiro da Cachaça, o 1o Cachaça Gourmet teve tanto sucesso que já está em andamento a preparação de uma nova etapa. “Um novo festival já está sendo preparado na cidade de Vitória, no Espírito Santo, e deve ocorrer entre 1o e 30 de outubro. Também pretendemos realizar uma etapa em São Paulo”, conta.  

Serviço:

Encerramento do 1o Cachaça Gourmet

Data: 28 de agosto Horário: a partir das 18 h

Local: Serraria Souza Pinto - Avenida Assis Chateaubriand, 609, Centro - Belo Horizonte.

Show principal com Don e Juan.

Venda de Ingressos: Central dos Eventos (31) 3221-0860

Cachaça: Conceito e Comportamento

O nome aguardente é uma denominação comum a todas as bebidas em que, em seu processo de fabricação, esteja incluída uma etapa de fermentação alcoólica e uma etapa de destilação. Conforme a matéria-prima, as aguardentes levam diferentes nomes – uísque (de cevada), conhaque (de uva), tequila (de agave) – e apresentam diferentes teores alcoólicos. Cachaça é a aguardente de cana-de-açúcar com teor alcoólico limitado entre 38  e 48% em volume.

Existem duas formas básicas de produção: pelo processo industrial ou pelo processo artesanal.

Conceito e ComportamentoA cachaça que no século XVI era apenas consumida pelos escravos para que ficassem mais dóceis ou para curá-los da depressão causada pela saudade de sua terra, era usada também na carne de porco “dura”, para amolecê-la. Daí o nome “Cachaça”, já que os porcos criados soltos eram chamados de “cachaços”. Já no século XXI vemos o grande avanço dos apreciadores e do seu comportamento. Antes uma bebida relativamente  sem valor e para finalidades pouco fina ou nobre. Hoje uma das principais bebidas entre os maiores degustadores do mundo.

Os países da Europa e demais países do mundo procuram proteger as denominações de origem de acordo com seus produtos e serviços. Bebidas tradicionais como o Bordeaux francês, o queijo Parma italiano, entre outras,  têm suas denominações de origem protegidas por seus países. É o que o governo brasileiro está fazendo agora com a cachaça.

“Não se pode vender um produto de baixa qualidade porque se perde mercado”, revelou o secretário Oscar Lorenzo Fernandes, da Secretaria de Tecnologia Industrial (STI), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). “Faz tempo que os produtores de cachaça se mobilizam para garantir a qualidade do produto. E a cachaça brasileira é bastante apreciada aqui e em outros países, e ela pode ser um perigo se o destilador não souber destilá-la e fabricá-la com componentes corretos, pois este pode fazer mal a saúde. A cachaça brasileira, hoje, tem um mercado grande lá fora, principalmente na Alemanha, onde ela e a caipirinha são  bebidas populares.”, conclui Fernandes.

A Cachaça está consagrada como brasileiríssima, é apreciada em diversos cantos do mundo e representa nossa cultura, como a feijoada e o futebol. Em alguns países da Europa, principalmente a Alemanha, a Caipirinha de Cachaça é muito mais consumida que o tradicional Scott. A produção brasileira de Cachaça já ultrapassa os 1,3 bilhões de litros e apenas 0,40% são exportados. A industrialização da Cachaça emprega atualmente no  Brasil mais de 450 mil pessoas. O Decreto 4.702 assinado em 2002 pelo presidente FHC, declara ser a Cachaça um destilado de origem nacional e é o terceiro destilado mais consumido no mundo, ficando atrás apenas da    vodca e do soju, destilado coreano feito do arroz e da batata doce, bebido em toda Ásia.

O esforço do Brasil para se colocar nos mercados interno e externo com produtos de qualidade está trazendo benefícios às atividades de comércio exterior, porque vêm garantindo a denominação de origem. Prova disso é a caipirinha que se transformou num dos ícones do Brasil e desse sonho tropical para o europeu. “O tradicional drink feito à base de cachaça, limão e açúcar é hoje uma bebida altamente sofisticada e cara, que conquistou  sobretudo a elite européia. Mas nós estamos descobrindo que a cachaça brasileira é muito mais do que isso, é uma aguardente de qualidades extraordinárias, que não fica a dever nada às melhores aguardentes européias,  que têm séculos de tradição”, assinala Baudoin Havaux, principal executivo da Vinopres. Por conta disso, o especialista belga acha que o potencial de mercado da cachaça na Europa e no resto do mundo é extraordinário.

Vale ressaltar que as boas cachaças são transparentes e brilhantes. Quando envelhecidas ou descansadas em tonel de madeira podem ser amarelas ou rosadas. Cachaças turvas demonstram defeitos de fabricação principalmente no que diz respeito à mistura da cachaça. São detalhes como esses que confirmam e diferenciam a qualidade de uma cachaça e de seus drinks.

FONTE: www.amigosdacachaca.net

Amigos da Cachaça

Publicação original: http://migre.me/4EEH

Confraria da Cachaça do Brasil degusta e aprova a Cachaça Poesia

DFEm evento ocorrido no dia 26 de junho, a bebida mineira foi apresentada aos apreciadores de Brasília (DF) e recebeu diversas homenagens dos confrades e confreiras

A Cachaça Poesia, bebida artesanal mineira não envelhecida presente no mercado desde 2007, realizou no dia 26 de junho uma degustação especial com a Confraria da Cachaça do Brasil, sediada em Brasília. No evento, que contou com a presença de Anselmo Bueno, criador da Poesia, mais de 50 confrades, confreiras e demais apreciadores brasilienses da aguardente puderam conhecer em detalhes o processo de produção da bebida, suas propriedades de aroma e sabor, além de desfrutar de um almoço servido na sede da Fundação Rotariana da capital federal.

Logo Confraria

A degustação da Cachaça Poesia foi a 112ª realizada pela Confraria, entidade sem fins lucrativos fundada no ano 2000 e que tem como objetivo promover o entrosamento entre os apreciadores da aguardente e divulgar suas diversas marcas de qualidade.

Diplomas

Presidida pelo cachaciere José Bonifácio dos Santos, a organização também representa os consumidores brasileiros na Câmara Setorial da Cachaça, do Ministério da Agricultura e se reúne sempre na última sexta-feira de cada mês.

Boni



“Foi um prazer imenso apresentar pessoalmente a Poesia aos brasilienses, ainda mais com a chancela de pessoas tão gabaritadas quanto os membros da Confraria”, diz Anselmo Bueno.

ConfradesAmigos

Durante o evento, ele recebeu os cumprimentos de diversos apreciadores e produtores ilustres, entre eles Carlos Átila, ex-ministro do Tribunal de Contas da União que atualmente produz sua própria cachaça. “Ela é evidentemente bem feita, bem destilada e fermentada. Gostaria de prová-la envelhecida”, elogiou Átila.

Átila



Antes do almoço, José Bonifácio sorteou 16 garrafas de Poesia entre os participantes, e entregou a Bueno o certificado especial da Confraria da Cachaça do Brasil, concedido exclusivamente às marcas avaliadas pelo grupo. O presidente da entidade agradeceu a presença do criador da marca mineira, e na seqüência todos os presentes fizeram o tradicional brinde do grupo, com copos personalizados da Poesia.

Brinde

 

Sofia e filhaO encontro da Confraria também contou com uma homenagem muito especial à bebida degustada: durante o almoço, para completar a ambientação, Sofia Vivo, poeta uruguaia radicada em Brasília, declamou, em espanhol e em português, com a ajuda de sua filha, Sofia Paz, poemas de seus livros mais recentes. A artista também apresentou uma poesia feita especialmente para a ocasião, na qual faz um tributo à marca. Motivado pelo clima da reunião, “Lusitano” Abrantes Malheiro, membro e relações públicas da Confraria também aproveitou o momento e declamou uma quadrinha de sua autoria: “Otá cachaça boa / Anselmo me dá uma garrafa / para levar pra Academia da Cachaça de Lisboa / Cana na roça da Cachaça Poesia / poesia na cidade da cana / poesia não me dá pela panela / dama pela tua boca / é assim que eu gosto dela”.

ConfreiraLusitano

“Fiquei muito feliz com a recepção da Poesia em Brasília, ainda mais Na confrariaporque ainda não temos um distribuidor na capital federal”, diz Bueno. “Depois do sucesso que fizemos, acredito que isso vai mudar muito em breve”, completou. Atualmente, a bebida pode ser provada na cidade somente em doses (sem venda da garrafa), na Água Doce Cachaçaria, localizada na Rua Shc/sul, Quadra 412, Bloco A, Loja 03.

Coquetelaria do Poeta!

A cachaça Poesia é uma bebida de requinte!

Poesia é produzida com a receita da tradição mineira, conhecida por fazer a mais famosa e respeitada cachaça artesanal do país. Além disso faz uso da mais atual tecnologia para garantir sua qualidade.

Com uma composição química privilegiada e com características sensoriais reconhecidas pelo comitê do "Concours Mondial de Bruxelles", eleita a melhor cachaça com a grande medalha de ouro em 2009, Poesia é uma bebida desenvolvida para ser apreciada PURA, sem qualquer disfarce palatativo, porém não poderíamos deixar de atender àqueles amantes de deliciosos coquetéis...

Atendendo a muitos pedidos, encomendamos com especialistas no assunto algumas receitas desenvolvidas especialmente para a Cachaça Poesia. Após inúmeras tentativas e erros, foram apresentadas aos degustadores da Cachaça Poesia várias receitas das quais selecionamos somente as que se aproximam da perfeição!

Façam em casa ou em festas. Testem, apreciem, aprovem! Mandem seus comentários. Esperamos que gostem!


Alma do Poeta

ALMA DO POETA


50ml Cachaça Poesia

30ml suco de limão

2 colheres de geléia de morango

*Bata todos os ingredientes em uma coqueteleira com bastante gelo e sirva tudo em copo old fashioned (200ml).

 

 

 

Zé Quincas


ZÉ QUINCAS


40ml Cachaça Poesia

40ml suco de pêssego

Espiral da casca de um limão inteiro

*Decore um copo long drink (350 ml) com o espiral de limão e encha o copo com gelo. Sirva todos os ingredientes sobre o gelo e complete com refrigerante de limão.

 

 

T.E.R.R.A. da Poesia


T.E.R.R.A DA POESIA


50ml Cachaça Poesia

15ml xarope de melancia

30ml de suco de abacaxí

*Bata todos os ingredientes em uma coqueteleira com bastante gelo e sirva tudo em copo long drink(350ml). Complete com refrigerante citrus.

 

 


C  A  I  P  I  R  I  N  H  A  S

 

 


Limão


50ml Cachaça Poesia

2 colheres de açúcar (bar)

3/4 limão

Macere o limão com o açúcar, acrescente gelo e a cachaça em copo old fashioned (200ml).

 


Uva


50ml Cachaça Poesia

2 colheres de açúcar (bar)

Uvas a gosto

20ml suco de limão

Macere as uvas com o açúcar, acrescente gelo, o suco de limão e a cachaça em copo old fashioned(200ml).

 


Morango, limão e hortelã


 

50ml Cachaça Poesia

2 colheres de açúcar (bar)

Morangos a gosto

20ml suco de limão

Folhas de hortelã. Macere os morangos e as folhas de hortelã com o açúcar, acrescente gelo, o suco de limão e a cachaça em copo long drink (350ml ).

 


Caipirinha Frozen de Manjericão


50ml Cachaça Poesia

50ml suco de limão

3 colheres de açúcar (bar)

Folhas de manjericão

Prepare no liquidificador com bastante gelo, mas colocando o manjericão somente nos últimos dez segundos.Sirva em taça de sua escolha (aprox. 250 ml) e decore com ramo de manjericão.

 

 

 

Mais Bar


Os Especialistas: Um pouco sobre os autores destes deliciosos coquetéis:

 

Poetas Mais Bar


MaisBar é uma empresa especializada na área de bares e eventos, formada por profissionais como:


Paulo Monteiro, convidado regularmente para ministrar cursos e palestras para o SENAC, além de algumas das melhores escolas do Brasil;


Junior Macedo, bartender com vasta experiência em eventos e

 

 

Aline


Aline Neves, atual campeã paulista de coquetelaria, vencedora do 34º campeonato organizado pela associação Brasileira de Bartenders (ABB), sendo a primeira e única mulher a conquistar um título oficial no Brasil.

 


Parceria entre Cachaça Poesia e MaisBar cria curso para bartenders em São Paulo

 

As primeiras seis turmas concluem o treinamento em meados de setembro


Uma parceria entre a Cachaça Poesia, produtora de aguardente artesanal que atua no mercado brasileiro desde 2007, e a MaisBar – empresa de bartenders especializada em promoção de eventos – possibilitou a criação de um curso de coquetelaria em São Paulo.


MaisBar EscolaO treinamento consiste em formar bartenders que possam atuar em qualquer tipo de bar, seja em hotéis, cruzeiros ou restaurantes. As aulas são ministradas pelo professor de coquetelaria e flair do SENAC, Paulo Monteiro, e pela atual campeã paulista de coquetelaria, Aline Neves. A Cachaça Poesia ficou responsável pelo fornecimento das bebidas.

As turmas são formadas por no máximo seis integrantes e o curso tem duração total de 16 horas. “São turmas pequenas para que os alunos tenham o máximo de aproveitamento”, explica Aline Neves. Os primeiros 24 participantes concluem o curso em meados de setembro.


Formas de preparo de coquetéis variados, flair (movimentos ousados com garrafas e coqueteleiras), processos de fabricação de bebidas, marketing pessoal, truques de balcão e mágicas estão entre as habilidades ensinadas aos aspirantes a bartenders.

Existe ainda a possibilidade de os formandos fazerem estágio em eventos da MaisBar e de visitarem o sítio de produção artesanal da Cachaça Poesia, em Munhoz (MG).


Serviço

Os interessados em se inscrever ou obter mais informações podem entrar em contato pelo email curso@maisbar.com.br ou pelos telefones (11) 3895-0658 e (11) 9564-9149. As turmas são fechadas de acordo com a disponibilidade dos interessados.

 

Conheça mais sobre a mais bar em www.maisbar.com.br

Poesia na Confraria!

Cachaça Poesia promove degustação com a Confraria da Cachaça do Brasil, em Brasília

CCB

Em evento que acontece no dia 26 de junho, a bebida mineira será apresentada

ao grande público de apreciadores e conhecedores da aguardente na capital federal

A Cachaça Poesia, bebida artesanal mineira presente no mercado desde 2007, firmou parceria com a Confraria da Cachaça do Brasil sediada em Brasília para uma degustação especial para os apreciadores da aguardente da capital federal. O evento acontece no dia 26 de junho, sexta-feira, e contará com a presença de Anselmo Bueno, produtor e idealizador da Poesia.

“É um grande prazer poder mostrar o nosso produto aos confrades de Brasília”, diz Bueno, que criou a receita da bebida após várias alambicadas tiradas de próprio punho na fazenda Santa Fé de Bogotá, em Munhoz, extremo sul de Minas Gerais, em um terreno localizado em plena Serra da Mantiq ueira. “Espero que o público de apreciadores de cachaça da cidade prove o aroma e sabor bem mineiros da Poesia”, completa.

Produzida com todo o cuidado que manda a tradição artesanal de Minas, aliado às boas práticas da sustentabilidade, a Poesia é uma cachaça nova (não envelhecida), límpida, com aroma de cana recém-cortada, e sabor leve e inconfundível de aguardente feita com carinho e dedicação de um alambiqueiro. Atualmente, a marca tem produção anual de 10.000 litros, e está a venda em pontos selecionados por todo o Sudeste do Brasil.

Por suas qualidades, a bebida já foi agraciada com a medalha de prata da categoria de cachaças na edição 2008 do CMB Brasil, versão nacional do renomado Concours Mondial de Bruxelles. Com conceito diferenciado – seu rótulo e embalagem para presente simulam antigos livros de poesia – a aguardente já conquista admiradores por todo o Brasil, já que pode ser encomendada diretamente pelo site da marca na internet (www.cachacapoesia.com.br).

O evento de degustação da Cachaça Poesia acontece às 12h30 do dia 26, no restaurante da Fundação de Rotarianos de Brasília. Os participantes poderão, além de provar a cachaça, se servir de todas as opções do buffet. Para completar a ambientação, estará presente a poetisa e artista plástica Sofia Vivo, que irá protagonizar um “momento poético” ao vivo.

Presidida por José Bonifácio dos Santos, o Boni, a Confraria da Cachaça do Brasil, fundada em 25 de fevereiro de 2000, tem por objetivo promover o entrosamento entre os apreciadores da cachaça e divulgar suas diversas marcas de qualidade, por meio de degustação e avaliação. Os almoços são abertos aos apreciadores da boa cachaça, cabendo a cada um uma taxa de adesão.

Boni

José Bonifácio dos Santos é cachacier,

presidente e fundador da Confraria Clube da Cachaça.


Serviço

Degustação da Cachaça Poesia – Confraria de Cachaça do Brasil
Sexta-feira, dia 26/06 às 12h30
Restaurante da Fundação dos Rotarianos de Brasília
Endereço: SCES trecho 03 lote 06,
Avenida das Nações, próximo a entrada da Ponte JK

Adesão: R$ 25,00 por pessoa (não inclui outras bebidas além da cachaça)

 

Quentão do Poeta

  • Uma garrafa de Poesia
  • 700ml de água
  • 1/2 kg de açúcar
  • 50 gramas de gengibre em pedacinhos
  • Cravo da índia a gosto
  • Canela de pau a gosto
  • 6 morangos picados
  • Cascas de 2 laranjas
  • Casca de 1 limão

 

Junte em uma panela grande o açúcar, o gengibre, a canela, o cravo e as cascas de limão e laranja. Comece aquecer em fogo brando.

Adicione a água e a Poesia ao ver que o açúcar está derretendo e vá misturando com carinho. Deixe cozinhar por 25 minutos em fogo médio.

Aprecie os aromas saindo da panela!

Com uma peneira, filtre todo o conteúdo da panela e após coloque os morangos... mantenha aquecido e comece a servir.

Poeta

 

Confessei-me a Santo Antônio,

 

confessei que estava amando.

Ele deu-me por penitência

que fosse continuando.


 

FESTA DE SÃO JOÃO

 

No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais se oriundam as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.

O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.

A festa junina no Brasil foi trazida de Portugal. Era uma forma de comemorar a chegada do verão após um longo inverno de infertilidade da terra. No Brasil, como é um país tropical, tal tradição não se encaixou, seja por não existir um inverno tão severo ou pelo fato de que o verão não se inicia em junho.

 

Uma dose de “Poesia”

Por Paulo Rezende,

terça-feira, 26 de maio de 2009, 12:24

Quem já bebeu, sabe: tem cachaça pra toda ocasião. Como naquelas em que é preciso ter uma postura clara: “Atitude” ou “Decisão”, por exemplo. Adoraria manter uma garrafa de uma destas por perto, pra quando minha mãe me cobrasse, “meu filho, você precisa tomar uma decisão!”. “Mas a uma hora dessas, mãe?”, “você já é homem, tem coisa que não pode esperar!”, “tá bom, mãe, onde está o coitezinho?”.

Tem aquela para os solitários e marginalizados: “Amansa corno”, neste caso, é a degradação máxima, o cara tem que ser o maior conquistador da cidade pra poder pedir uma dose em voz alta. “Ô, Zé, me vê dois dedos aí da ‘Amansa corno’!”, pede o felizardo no balcão, enquanto tem um monte querendo experimentar mas sem coragem de pedir. Imagina o zezinho, casado com aquela mulatona linda, pedindo uma dessas...
Sempre vai ter um filho da mãe comentando: “é a marca certa pra ele!”. Nestas coisas de corno, não interessa a realidade, mas o que metem na cabeça da gente...

E as francamente de, digamos, mau gosto? “Nab***a”! (Deixo a troca de asteriscos e as frases possíveis a critério de suas opções, caros leitores.) Nem sei se existe mesmo, mas já rendeu boas histórias. Numa mesa com a marca adolescente de várias garrafas, um amigo, macho indubitável (pelo menos até onde soubemos) e gozador insuperável de si mesmo (mas sem nenhuma paciência prás gozeiras dos outros), lascou a piada: “nunca mais fui o mesmo depois que tomei “Nab***a”!” Três caras de fora que passavam resolveram endossar as nossas risadas. O amigo levantou, putíssimo, e partiu prá porrada. Bateu muito, apanhou mais, depois do deixa disso encheu um copo e bochechou, pra lavar o sangue e realinhar um dente fora do lugar. Nós outros da mesa continuamos sentados: macho que é macho resolve estas dúvidas por conta própria.

Mas, histórias e besteiras à parte, acabei de descobrir a cachaça ideal pra quem gosta de uns versos. “Poesia”, naturalmente, o nome dela. Achei no Google, no site da Revista Fator. A “Poesia” é fabricada em Munhoz, Minas (Minas, sempre Minas, terra de alguma das melhores e da rainha eterna, Havana – tem até de 3.000 reais a garrafa, pra colecionador). Corro no Google (mapas, agora), e vejo que Munhoz está no sul mineiro, bem longe da Salinas do norte, tão pródiga em boas aguardentes. O fato de estar perto de São Paulo talvez explique a bela visão de marketing dos fabricantes, que resolveram criar uma embalagem fantástica prá pinga: uma caixa em forma de livro.

O melhor de tudo: já vem com dois copinhos. Se eu ainda fosse um apreciador, adoraria ter um livro destes na estante daqui de casa. Não só pra beber, mas pra gerar uns diálogos a la Ionesco (vá lá, um Ionesco meio tonto e só um pouco absurdo): “Seu pai? Tá lá no escritório, não larga aquela poesia dele!” / “Você não acha muito cedo pra poesia?” / “Se você não parar com essa poesia não dou mais pra você!” / “Essa poesia vai acabar te matando!” / “Acredita? O doutor Sirinho me proibiu de continuar com a poesia!”. / “Ih, mãe, o pai dormiu de novo em cima daquele livro de poesia!”.  Encerrando, antes que me dêem uma garrafada, tem aquela do poeta medíocre e amargurado, discursando, dramático, depois de derramar um cálice sobre seus escritos: “Agora, ninguém pode negar que meus versos estão encharcados de poesia!”.

Mamãe, com sua santa e doce racionalidade, acaba de passar por aqui, pra me chamar pro almoço (ó a hora, quase meio dia e meia) e encerrar a escrita: “O que tem de poético no bafo de cachaça? Ah, e nem pense em aproveitar a oportunidade e tomar uma pra abrir o apetite. Coloquei na pimenta aquele resto da “Faísca” que seu amigo de Montes Claros mandou!” Ah, as mães. Ainda tentei ponderar o que os bons bebedores sabem, que “Poesia” e outras igualmente bem feitas não deixam bafo, mas mamãe já estava na cozinha. E deixa eu ir lá que o cheirinho de jiló refogado me tira do sério.

Ah, uma última coisa: o link em que achei a reportagem sobre a Poesia está aqui
e o site das fabricantes é este. Cuidado, eles vendem on line!!!

Mãe, mãe, peraí! Guarda uma costelinha pra mim, já tô indo. Ô, mãe...

Vitrine Literária

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Cachaça Poesia apóia a cultura

Em evento realizado no dia 13 de maio, convidados participaram de degustação da bebida, com drinks e caipirinha, e ainda receberam copinhos personalizados do produto

Fachada FuzuêA Cachaça Poesia, bebida artesanal presente no mercado desde 2007, acertou parceria com a JJM para apoio na 1ª obra de revitalização da Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro, ação que faz parte do Programa Monumenta, do Governo Federal, e da abertura oficial do Centro Cultural Fuzuê – Culinária, Arte e Cultura, que fica no entorno do local. O evento de inauguração ocorreu no dia 13 de maio e contou com a presença de cerca de 400 convidados entre cineastas, artistas, intelectuais, personalidades e imprensa.

Os presentes, além de saborearem uma degustação completa de Cachaça Poesia, com drinks e caipirinhas, puderam curtir atrações como Roda de Samba com o Grupo Quatro Cantos e convidados, abertura do Ano França Brasil OFF com a Exposição Ovni e Cati Laporte e uma performance de Roteiro de Cinema com Rubens Barbot.

Interior Fuzuê

A Cachaça Poesia, além de disponibilizar o produto para produção dos coquetéis, ainda distribuiu 300 copinhos com sua logomarca para os convidados, 30 garrafas de poesia e dois barmen para auxiliar na distribuição da cachaça na noite da inauguração.

Teatral

Nova opção gastronômica no Rio de Janeiro, o Centro Cultural Fuzuê é um espaço onde se pode comer, beber, ouvir e apreciar o melhor da cultura brasileira e mundial. Um conceito de centro cultural inédito no Rio de Janeiro, com restaurante, sala multiuso para diversas atividades como: exibição de vídeo, palestras, música, cinema, teatro, dança, exposição, etc. Tudo isso, em um prédio histórico, com três pavimentos, em estilo eclético, datado de 1.890, que tem fachada e cobertura tombadas pelo Departamento Geral do Patrimônio Cultural da cidade do Rio de Janeiro (DGPC)

Serviço

Fuzuê – Culinária Arte e Cultura
Segunda a sexta, almoço a partir de 11h
Sábado: feijoada com música a partir de 12h

Endereço: Rua Pedro I, 20. Centro – Praça Tiradentes (ao lado do Teatro Carlos Gomes)
Informações: (21) 2221-3486

 

Um Pouco de Poesia!

por Bruno Guerra.

Uma dose de Poesia

Presente no mercado de bebidas desde 2007, a Cachaça Poesia é fabricada com todo o cuidado que manda a tradição artesanal mineira, aliado às boas práticas da sustentabilidade. Do alambique instalado na fazenda Santa Fé de Bogotá, em Munhoz, extremo sul de Minas Gerais e no topo da Serra da Mantiqueira, sai uma cachaça nova (não envelhecida), límpida, com aroma de cana recém-cortada, e sabor leve e inconfundível de aguardente feita com carinho e dedicação de um alambiqueiro.

Todos esses atributos já levaram a Cachaça Poesia a conquistar a admiração de muitos apreciadores desse tipo de destilado, em todo o Brasil. A bebida também recebeu a medalha de prata da categoria de cachaças na edição 2008 do CMB Brasil, versão nacional do renomado Concours Mondial de Bruxelles.

Concebida em 2003 pelo empresário Anselmo Bueno (e administrada por ele em conjunto com seus irmãos Ricardo, Roberto e Eliana), a Cachaça Poesia atualmente tem produção anual de aproximadamente 10.000 litros (volume registrado em 2008). Todas as etapas de sua fabricação são acompanhadas de perto pelo seu criador, e constituem um verdadeiro exemplo de controle de qualidade apurado e aproveitamento consciente dos recursos naturais e da geografia da região, que fica a 1.500 metros de altitude.

A partir da extração do caldo da cana – plantada e cortada ali mesmo, sem uso de queima – até o produto final, a Cachaça Poesia não tem contato nenhum com o ambiente externo, o que contribui ainda mais para sua pureza. Cada etapa do processo produtivo é abrigada em uma edificação separada das demais, o que assegura a máxima assepsia da operação.

Para passar pelos diversos prédios, a bebida caminha por tubulações de aço inoxidável - onde não ocorrem reações químicas - usando apenas a força da gravidade, proporcionada pelo terreno inclinado, dispensando, assim, o uso de bombas que poderiam acumular resíduos. A gravidade também é a ferramenta para a obtenção de toda a água utilizada na alambicada, oriunda de uma mina protegida pela mata atlântica que recobre boa parte da área da fazenda.

Na destilação, ponto decisivo da produção de uma aguardente de qualidade, a Cachaça Poesia conta com uma caldeira, que controla com precisão a temperatura do vapor no alambique de cobre martelado, para separar com perfeição o “coração” da cachaça, livre de substâncias tóxicas e perigosas ao corpo humano – que também são responsáveis pela temida ressaca. Essa separação, tão importante na produção artesanal, não acontece nas cachaças industriais que são destiladas em processos contínuos nas torres de destilação de álcool combustível.

Ponto de destaque na produção da Cachaça Poesia, o reaproveitamento dos materiais orgânicos inerentes está presente de diversas formas, totalmente alinhadas com as exigências do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e

Abastecimento) e com as boas práticas ambientais. O bagaço da cana vira adubo para a plantação, assim como o vinhoto separado do álcool na destilação. As porções da cachaça não utilizadas para consumo (“cabeça” e “cauda”) são utilizadas como parte do combustível que alimenta o motor da moenda. De uma ponta a outra, nada se perde.

Para coroar todo o processo de fabricação, a Cachaça Poesia descansa brevemente e é padronizada em um enorme tonel de jequitibá – madeira neutra, que não impregna seu aroma e sabor na bebida. Por fim, a cachaça é engarrafada em um recipiente modelo paraíba, bojudo e transparente, com capacidade para 700ml. O rótulo, cheio de personalidade, simula um livro antigo, aberto, com uma fita de cetim fazendo as vezes de marcador de página.

Poeta e Poesia

Sabor de história, família e amizade

A Cachaça Poesia carrega em seu conceito todos os aromas e sabores de uma grande história, repleta de significados familiares e de amizade. Seu surgimento remonta à trajetória do avô de Anselmo Bueno, José Marangoni, brasileiro descendente de italianos definido pelo neto como um “desbravador”, que viajava pelo Brasil montando usinas hidrelétricas, levando eletricidade a muitas cidades do país.

Na década de 60, convencido por um grande amigo, José Marangoni adquiriu terras na região de Munhoz-MG, uma das cidades para a qual levou a energia elétrica e na qual foi admirado e respeitado durante décadas. A propriedade ficou em poder de sua família (que mora em Mogi Mirim, interior de São Paulo) até meados da década de 80, quando foi vendida após sua morte. Já em 2002, Ricardo Bueno, irmão de Anselmo, resolveu adquirir uma área de 50 alqueires nas proximidades da antiga propriedade da família. O espaço viria a abrigar a produção da Cachaça Poesia.

O próprio nome da cachaça e seu slogan “Tem que ter Poesia” estão embebidos em uma homenagem à amizade. O bordão transformado em marca veio de um grande amigo da família Bueno, já falecido, que adorava conversar, provar bebidas de qualidade, fazer amigos por onde passava, enfim, aproveitar a vida. Certa vez, ao ser apressado por companheiros em uma viagem a Munhoz, categórico ele disparou: “Calma... Tem que ter poesia... Deixa de pressa!”. O conselho foi tomado como lição de vida pelos irmãos Anselmo e Ricardo, e quando os dois decidiram criar sua própria cachaça, não houve dúvidas sobre o nome que ela receberia.

Bruno Guerra.

 

 

Filet Aperitivo à Poesia

 

ACB Cooking

Ingredientes:

* Alcatra ou Patinho cortado em tirinhas (400 gr)

* Gengibre Raladinho (02 colheres de chá)

* Alho Picado (03 colheres de chá)

* Manjerona (01 colher de chá)

* Mostarda (01 colher de sopa)

* Molho Shoyo (02 colheres de sopa)

* Manteiga (01 colher de sopa)

* Cachaça Poesia (50 ml)

* Salsinha (01 colher de sopa)

* Azeite (á gosto)

Modo de Preparo:

Pegue a carne, o gengibre, o alho, a mostarda, o shoyo, a manjerona e coloque em um recipiente e misture todos os ingredientes e deixe descansar por 20 minutos, reserve. Em uma frigideira coloque a manteiga até derreter na seguencia coloque a carne misturada com os ingredientes frite bem, antes de estar bem passada coloque a cachaça poesia e flambe a carne, passe bem até chegar ao ponto, salpique salcinha por cima e acrescente o azeite, bom apetite. Servir com rodelas de pãozinho e maionese.

40 minutos 03 porção Receita Média Porção Média

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Embalagem especial

Adquira a edição limitada especial com 1 garrafa e 2 lindos copinhos.

Poesia é Gran Ouro

Eleita a melhor cachaça no Concurso Mundial de Bruxelas 2009

Poesia 700ml

A tradicional garrafa de Poesia para brindar com amigos.