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Degustação com Arte

 

Degustação da Poesia

A loja "Cachaça - Artes & Presentes", localizada em Mogi Guaçu, promoveu ontem, uma degustação especial da Cachaça Poesia.

Amigos degustando

Representantes da sociedade guaçuana foram convidados a experimentar a cachaça nova (não envelhecida), em uma confraternização animada.

Amigos degustando

O proprietário da loja, Eduardo Grhal, recepcionou os convidados e amigos que compareceram à degustação, com muita simpatia e bate-papo sobre as melhores cachaças do mercado.

Amigos degustando

A aprovação da Cachaça Poesia foi unânime.

 

 

Serviço:
Estabelecimento: Cachaça Arte & Presentes
Endereço: Rua Chico de Paula, 675-B, Centro, Mogi Guaçu
Telefone: (19) 3831-6998
Horário de Funcionamento: De seg. à sex. das 09h às18h e aos sábados, das 9h às 13h

Site: www.cachacasartesepresentes.com.br

 

 

Recado do poeta Herbert Vianna

 

 

Herbert Vianna

 

 

Um pedacinho da Suiça no Brasil

MatterHorn sob neveA estação de esqui Matterhorn, a mãe-montanha, fica na cidade de Zermatt, na Suíça. A estação fica a mais de 4.500 metros de altitude, em um local preservado onde não existem sequer, carros à combustão. Qualquer deslocamento só pode ser feito de trem, carros elétricos, charretes e cavalos... Tudo para preservar as neves eternas da montanha.

Essa breve história da mãe-montanha foi o que inspirou o nome do Empório & Restaurante Matterhorn, de Campos do Jordão. O prédio de arquitetura e decoração, exclusivas, levam o visitante a se sentir dentro de uma pequena vila suíça.

O ambiente clássico existente desde 1987 mistura o charme e o romantismo dos suíços, na medida certa. O salão à meia luz decorado com velas, o som do piano e a lareira acesa nas noites frias de Campos do Jordão compõem o cenário perfeito para jantares requintados e encontros entre apaixonados.

Desenho MatterhornNo restaurante, o menu de sabores suíços é a principal atração, para paladares apurados. O cardápio traz como carros-chefes os fondues e as racletes, típicos produtos da culinária suíça. Mas, o espaço também funciona como empório, tabacaria, adega, bar e loja.

Cerca de 4 mil visitantes de todas as partes do Brasil aproveitam essa diversidade de serviços oferecidos em um mesmo ambiente, para passar o dia no Matterhorn, degustar uma boa comida e uma boa bebida, além de ir às compras. É o que confirma o chef de cozinha e gerente José Rodrigues da Costa. “Normalmente, nossos clientes, majoritariamente das classes A e B, ficam com a gente por um longo período. Seja no restaurante, no bar ou na loja, eles costumam aproveitar a hora da refeição para complementar com um bom passeio e com boas compras de souvenires na nossa loja”, exemplifica Rodrigues.

Uma das opções que o Matterhorn oferece a seus visitantes para presentear é um portfólio com 20 cachaças especiais. A bebida tipicamente brasileira chama a atenção nas prateleiras do empório e tem atraído cada vez mais apreciadores. “Principalmente os estrangeiros não resistem ao sabor exclusivo da cachaça. É um presente bastante procurado pelos ‘gringos’ que chegam a levar caixas inteiras da bebida para o exterior. É um publico seleto, que vê na cachaça, a possibilidade de levar um pouquinho do Brasil para o seu país de origem”, salienta Rodrigues.

 

Serviço:
Estabelecimento: Matterhorn
Horário de Funcionamento: dom. à qui. (9h / 22h30) e sex. e sáb. (9h às 24h)
Endereço: Rua Djalma Forjaz, 93 – loja 20 – Capivari, Campos do Jordão
Telefone: (12) 3663-1841
Site: www.matterhorn.com.br

Fachada MatterHorn

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A culinária brasileira com um toque espanhol

Restaurante BaritoLocalizado no centrinho da Vila Capivari, em Campos do Jordão, o charmoso e aconchegante Barito Gourmet é uma das boas opções desta cidade que é conhecida pelo seu turismo de inverno.

Nesta época do ano, em que as temperaturas chegam a 5° até mesmo durante o dia, o restaurante, bar e café chega a receber, em média, 500 visitantes por dia. Todos, em busca da boa culinária brasileira com um toque especial espanhol. Com dois anos e dois meses de funcionamento, sob a administração do empresário Silvio da Mata, o Barito Gourmet é ponto de encontro de casais apaixonados, grupos de amigos e visitantes de todas as partes do Brasil, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Brasília, entre outros.

Em um ambiente descontraído e com boa comida, o espaço agrega também uma boa música. Seja no almoço ou no jantar, de quinta a domingo, os clientes podem provar das delícias do Barito Gourmet, ao agradável repertório da MPB (Música Popular Brasileira).

Quem administra esse espaço requintado é o chef de bar Jailson José da Silva. Ele conta que, principalmente nesta época de inverno, o cardápio de peixes é bastante requisitado. “Nossa especialidade é a Paella Marinera, que leva arroz espanhol ao açafrão, camarões, lula, polvo, mexilhões e peixe”. O prato serve duas pessoas.

Outra opção do cardápio de peixes é a Truta.  À moda Barito, o peixe leva molho de alcaparras, palmito, tomate, arroz e batata soutê. “São pratos brasileiros, mas com um tempero espanhol que deixa os sabores ainda mais apurados”, comenta Jailson José da Silva.

O chef de bar ainda lembra das bebidas que muito bem acompanham as diversas opções culinárias. “O cliente chega aqui no Barito Gourmet e a primeira coisa que ele faz é pedir uma caipirinha. Muitos deles preferem a bebida com cachaça, uma bebida quente que tem boa saída no inverno”, complementa.

Um dos destaques da carta de caipirinhas do Barito Gourmet é  a que leva maracujá, abacaxi, quiwi e Cachaça Poesia. Há ainda um lançamento no cardápio de bebidas: o Drink África, feito com amareto, amarula e Cachaça Poesia.

 

Pratos Elaborados pelo Chef Thiago Silva

Prato BaritoPrato BaritoPrato BaritoPrato BaritoPrato BaritoFachada Barito Miniatura

Espaço especial para eventos, mínimo 200 pessoas. 

 

Serviço:
Estabelecimento:
Barito Gourmet
Endereço: Avenida Macedo Soares, 495 – loja 10 – Vila Capivari, Campos do Jordão
Horário de funcionamento: a partir das 11h30, até o último cliente
Site: www.baritogourmet.com.br

 

 

UMA BOA OPÇÃO PARA PRESENTEAR

Cachaça, Arte e PresentePresentear tem se tornado a cada dia, não só mais fácil, como também mais saboroso e original. É exatamente esta a proposta da mais nova loja do setor de bebidas, da Baixa Mogiana: Cachaça, Arte & Presentes.

A loja inaugurada há pouco mais de três meses, está bem situada na região central de Mogi Guaçu. De decoração rústica e prateleiras de madeira, a loja expõe 120 selos de cachaças e licores. Uma novidade, já que a cidade não dispunha de nenhuma loja do ramo, até então.

A loja Cachaça, Arte & Presentes tem como proprietário o advogado Jorge Eduardo Grahl. Apreciador da mais típica e original bebida brasileira, ele decidiu investir neste ramo de comercialização por visualizar um grande nicho de mercado e crescimento econômico “São muitos os apreciadores de cachaça e na nossa região não havia nenhuma loja que trabalhasse exclusivamente com a comercialização desta bebida. Por isso, decidi investir. Consultei um especialista para selecionar as melhores marcas e abri as portas da minha loja para um público seleto, de apreciadores da mais típica bebida brasileira”, afirma Grahl.

Segundo Grahl, mesmo com pouco tempo de portas abertas, a loja Cachaça, Arte & Presentes tem atraído um público cada vez maior. “São apreciadores de cachaça, colecionadores, pessoas que querem presentear de forma original e curiosos, que querem experimentar o sabor diferenciado da cachaça brasileira”, afirma.

Grahl diz que muita gente que antes optava por comprar cachaça pela internet, tem ido pessoalmente a seu estabelecimento à procura dos mais variados selos. “O consumidor normalmente chega à loja procurando um selo específico. Mas, acaba levando outras garrafas para experimentar, presentear os amigos e, consequentemente, acaba indicando a loja para os conhecidos, familiares, etc”.

Jorge Eduardo GrahlSatisfeito com o resultado alcançado até agora neste ramo de negócio, Grahl já cogita a ampliação de suas atividades. “Além da comercialização da cachaça aqui na loja, quero promover eventos e degustações para apresentar as bebidas aos apreciadores da região. Quero firmar as marcas que comercializo no mercado regional, e desta forma, conquistar até, o publico que ainda não teve o prazer de conhecer o sabor típico da boa cachaça brasileira”, salienta Grahl.

Um toque poético nas prateleiras
Dentre os 120 selos que a loja Cachaça, Arte & Presentes comercializa há um espaço especial para a aquela que ganhou o prêmio máximo na categoria destilados, no renomado Concours Mondial de Bruxelles, edição Brasil, em 2009: a Cachaça Poesia.
Jorge Eduardo Grahl conheceu o destilado produzido com todo o cuidado que manda a tradição artesanal mineira, quando degustou um drink em uma cachaçaria. Ele se entusiasmou com o sabor da aguardente nova (não envelhecida) e decidiu incorporá-la ao leque de cachaças especiais comercializadas em sua loja.

“Com um produto de qualidade como este, resta-me investir na divulgação da marca. Quero promover uma degustação e apresentar este sabor diferenciado que a Cachaça Poesia tem, a meus amigos, clientes e consumidores em geral”.



 

 

 

Serviço:
Estabelecimento: Cachaça Arte & Presentes
Endereço: Rua Chico de Paula, 675-B, Centro, Mogi Guaçu
Telefone: (19) 3831-6998
Horário de Funcionamento: De seg. à sex. das 09h às18h e aos sábados, das 9h às 13h

Site: www.cachacasartesepresentes.com.br

A cachaça busca sua identidade

Jairo M. da Silva - O Estado de S.Paulo
A brasileiríssima cachaça, cuja história se confunde com a história do Brasil, está sendo foco de uma polêmica discussão. Estão sendo analisados no Congresso dois projetos de lei que visam a regulamentar a produção do destilado. Há, no entanto, uma polêmica sobre a semântica relacionada à denominação do produto. O pomo da discórdia está na postura de um grupo que deseja que o nome cachaça seja aplicado apenas às produzidas em alambiques e às de coluna, o nome de aguardente.


Muitas marcasCachaça, aguardente, pinga, são inúmeras as denominações. O importante hoje é acabar com a discriminação ainda existente e difundi-la cada vez mais no exterior. Para isso são necessários a definição e o cumprimento de identidade e qualidade para atender ao exigente mercado externo.

É necessário que haja unidade na denominação do produto não só para não confundir o consumidor interno, mas também para o posicionamento da bebida no exterior. Nesse sentido, o Projeto de Lei n.º 1.187/2007, do deputado Valdir Colatto, vai ao encontro das expectativas do setor. O texto evita o engessamento por um projeto de lei que dificulte e inviabilize quaisquer alterações ou revisões no ordenamento legal que sejam necessárias para corrigir questões, assim como para viabilizar iniciativas evolutivas referentes às especificações técnicas ou de qualidade da cachaça.

A cachaça é o terceiro destilado mais consumido no mundo, atrás apenas da vodca e do soju, destilado coreano feito do arroz e da batata-doce, consumido em toda a Ásia. Sua origem está envolta em fatos históricos, sociológicos e econômicos que caracterizam o nosso país desde o seu descobrimento. Atualmente, segundo o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), a indústria no Brasil tem capacidade instalada de produção de aproximadamente 1,2 bilhão de litros; são mais de 40 mil produtores; 4 mil marcas; e é responsável por 600 mil empregos diretos e indiretos.

Infelizmente, 90% da produção dita artesanal ainda está nas mãos de produtores não legalizados.

No Brasil apenas a cerveja, um fermentado, é mais consumida do que a cachaça. O brasileiro bebe cerca de 11 litros/ano de cachaça, superando tradicionais consumidores de destilados, como os alemães, os húngaros e os poloneses (entre 9 e 10 litros/ano).

É importante ressaltar que, apesar da capacidade instalada, menos de 1% do que é produzido anualmente é exportado. São aproximadamente 180 empresas que exportam para mais de 55 mercados. Os últimos números do setor mostram que, em 2008, foram exportados 11,9 milhões de litros, que geraram uma receita de US$ 16,41 milhões, o que representou um crescimento de 18% em valor e de 20% em volume em relação a 2007. Nos mercados de destino da cachaça figuram países como Alemanha, Estados Unidos, França, entre outros.

Admirada CachaçaA cachaça, apesar de qualificada por meio do Decreto n.º 4.062, de 21 de dezembro de 2001, como um produto de origem genuinamente brasileira e aprovado pelos consumidores de todos os continentes, ainda não é reconhecida internacionalmente. Nos Estados Unidos entra no mercado ainda como "Brazilian Run", embora existam diferenças marcantes no sabor e na produção das duas bebidas.

Está em negociação o reconhecimento do termo e da denominação de origem. Na Europa e nos demais mercados o trabalho é pelo reconhecimento da indicação geográfica da bebida, o que vai garantir a exclusividade de sua fabricação no Brasil, já que hoje no mercado internacional há várias marcas de cachaça que não são brasileiras e que competem diretamente com o nosso produto.

A indicação geográfica certificaria a origem, o que resultaria no incremento de nossas exportações. Esse, sim, é um posicionamento em que toda a cadeia produtora deve estar unida, evitando-se possíveis divisões que possam inviabilizar o crescimento e o fortalecimento da cachaça como produto único e exclusivo do Brasil.


CONSELHEIRO HONORÁRIO DO IBRAC,

É AUTOR DO LIVRO "CACHAÇA - O MAIS BRASILEIRO DOS PRAZERES"

Tópicos: , Economia, Versão impressa

FONTE: www.estadão.com.br

Publicação original: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100512/not_imp550567,0.php

 

 

Casuale lança cardápio especial de caipirinhas

 

 

Logo Casuale

 


Receitas inéditas foram elaboradas por especialista

 

 

 

CaipirinhasO restaurante Casuale acaba de lançar sua carta de caipirinhas, especialmente elaborada por Renato Frascino, consultor Enogastronomico e Analista Sensorial de Bebidas.

 

As receitas foram criadas para harmonização com entradas e pratos principais. “O maior objetivo é a digestibilidade do prato com a bebida. Aproveitamos a harmonia entre os elementos que a natureza apresenta, buscando unicidade no paladar” explica Frascino.

 

“Para um completo desfrute da gastronomia é necessário o uso dos cinco sentidos: audição, visão, paladar, olfato e tato, com o toque de outros três elementos, intuição, imaginação e criatividade”, expõe o consultor. “Assim, completamos o cenário da degustação”, completa.

 

Uma de suas criações é a caipirinha La vie em rose que leva morango, framboesa, amora, lichia e cachaça amarela e que harmoniza com a porção de brusquetta de tomates, de caponata de berinjela ou, até mesmo, com o hambúrguer de picanha com queijo gouda. Já a Verde que te quero verde (uva Itália, siciliano, hortelã e cachaça branca) combina com a porção light, que traz palitos de cenoura e pepino e molho dip de iogurte.

 

Duas caipirinhas foram elaboradas em homenagem ao restaurante: a New Casuale, feita com limão siciliano, tangerina, hortelã e gengibre ralado, e Petit Casuale Fresh que leva lima da pérsia, limão, gengibre ralado e hortelã.

 

“A nova carta de caipirinhas vem de encontro à nova fase do Casuale, que tem como objetivo ser a extensão da casa dos clientes. Tanto que o novo deck, com o bar, é uma ótima opção para desgustar essas caipirinhas com a família, além de petiscar as entradas sugeridas pela chef”, afirma Silvano Pacini, sócio do estabelecimento. “Venham conferir, tenho certeza que apreciarão as combinações”, convida.

 

 

Interior Casuale

Casuale – Rua Dr. Fonseca Brasil, 282 – Morumbi  120 lugares www.casuale.com.br

Horários de funcionamento:

Bar: de 2ª a domingo de 12hs às 23hs (sextas e sábados até a 1h).

Almoço: 2ª a 5ª, das 12hs às 15hs e Jantar: das 19hs às 23hs.

Sexta-feira: 12hs às 15hs e jantar: das 19hs às 1hs.

Sábado: 12hs à 1h e Domingo: 12hs às 23hs.

Wi-fi gratuito

Estacionamento manobristas cobrado R$ 5,00 no almoço de segunda a sexta-feira e R$ 10,00 no

jantar e finais de semana. Aceita todos os cartões de crédito.

Cabaré Valentin hoje, 07 de maio.

Seguindo a temporada de sucesso e diversão, o Grupo Gentependurada convida para mais uma festa espetáculo  a 10a edição do Cabaré Valentin  ! O grupo apresenta números de dança aérea, num roteiro muito engraçado que sempre conta com novidades, além dos convidados especiais de cada noite.

Cabaré ValentinNesta festa vamos contar com a presença ilustre de Gui Veloso e Camila Moura, apresentando seu maravilhoso número ENTRE DOIS!

Além desse presente, o nosso DJ vai fazer uma apresentação musical tbm, ou seja, neste Cabaré ele vai cantar também, e arrasa!

E como se não bastasse, vem mais uma supresona, Danilo D'alma!

O CABARÉ VALENTIN será no dia 7 de maio às 23h, com direito a degustação dos sabores exóticos que aplicamos na CACHAÇA POESIA, tudo para embalar os atores bailarinos em suas performances belíssimas e hilariantes e receber o público com mais alegria!

O público além de poder participar de brincadeiras para ganhar brindes, pode dançar com a Banda exclusiva do Cabaré Valentin.
 
Entre um número e outro dos Valentinos, também tem os sets do Dj Daniel Chaudon, para que entre uma cachaça e outra ninguém perca a oportunidade de balançar o esqueleto, porque afinal, mais que um espetáculo, o CABARÉ VALENTIN é uma festa!

 A grande novidade é que este Cabaré do dia 07 de maio será realizado também na VIRADA CULTURAL de São Paulo, na programação especial do SESC PINHEIROS na noite de 15 de maio! Ou seja, vem ver antes dos paulistas!

Dia 7 de maio, 23h
Parada da Lapa (rua dos Arcos, Lapa, RJ)

R$20,00 e R$15,00 com Filipeta. 
SE VOCÊ QUER RESERVAR UMA MESA ligue 021. 2524 2950 no Parada da Lapa.

SE VOCÊ QUER LEVAR UM TURMÃO E TER DESCONTO, LIGUE PARA NOSSA PRODUÇÃO: 8862.1057 ou escreva agora para realizoproducoes@hotmail.com

 

Cachaça Poesia lança coletânea do contista Paulo Rezende

Livro e Poesia

 

Poesia também pode ser prosa, para provar prazerosamente com o paladar ou com os olhos atentos a cada linha de 12 deliciosos contos inspirados na mais tradicional bebida brasileira: a cachaça.


Curioso?  Basta conhecer o livro “Prosa e Poesia: Para Ler e Degustar”, do jornalista e escritor Paulo Rezende, experiente profissional que, ao longo da carreira, trabalhou na Rede Globo Minas e hoje atua como consultor de comunicação e dedica-se ao fomento da literatura no portal Vitrine Literária (www.vitrineliteraria.com.br).


A coletânea reúne 12 contos que Rezende decidiu escrever após conhecer e provar a Cachaça Poesia, produzida artesanalmente na fazenda Santa Fé de Bogotá, propriedade encravada no topo da Serra da Mantiqueira em Munhoz, no extremo sul de Minas Gerais.

Foleando o Prosa e Poesia
O contista conheceu a Cachaça Poesia por acaso, num desses caminhos cruzados que a internet e o destino tratam de ligar. Apreciador das refinadas cachaças mineiras, Rezende gostou tanto da sofisticada bebida idealizada pelo mestre cachaceiro Anselmo Bueno que decidiu homenageá-la em prosas descontraídas, lúdicas e bem-humoradas.


“Descobri que existia uma cachaça chamada Poesia, pirei, escrevi alguma coisa, mandei pro Anselmo, ganhei uma garrafinha, bebi, surtei, e saíram doze histórias”, relembra Rezende. Agora, a amizade surgida ao acaso se transformou em projeto cultural – a Cachaça Poesia patrocinou a primeira edição do livro de contos, que já pode ser encomendado clicando aqui.

Paulo Resende em dedicatória
“É um prazer muito grande saber que a Poesia inspirou um escritor a produzir contos sobre a cachaça brasileira. Para mim, é uma satisfação pessoal poder incentivar a cultura nacional num projeto inédito como esse”, afirma Bueno.


O lançamento oficial do livro ocorreu no último dia 1º, em Mogi Mirim, cidade natal de Anselmo Brandão, na região de Campinas, no interior de São Paulo. A obra, publicada pela Vitrine Literária Editora, tem 172 páginas, e foi impressa e montada artesanalmente. O preço sugerido é R$ 18,90, e a introdução do livro é assinada pelo escritor, professor e doutor em Literatura Antonio Manoel dos Santos Silva.

 

Papo descontraído entre o escritor Paulo Resende e jornalistas.Lançamento

 

Que tal uma degustação ?

 

Clique aqui para ler duas páginas de “Espinhos”, a história de um craque adolescente que leva uma goleada amorosa de uma menina magricela.

Se você também não entendeu a paixão do Casquinha pela Dircéia (realmente feiazinha e sem sal, ela), conheça logo a história da Ritinha. Ah, nessa você também ia querer dar banho...

 

 

 

Nem tudo é Poesia...

As bebidas de má qualidade têm seu valor. Se não fossem elas crônicas bilhantes como essas não existiriam!

De Ressaca (Luis Fernando Veríssimo)

Ressaca"Hoje, existem pílulas milagrosas, mas eu ainda sou do tempo das grandes ressacas. As bebedeiras de antigamente eram mais dignas, porque você as tomava sabendo que no dia seguinte estaria no inferno. Além de saúde era preciso coragem. As novas gerações não conhecem ressaca, o que talvez explique a falência dos velhos valores. A ressaca era a prova de que a retribuição divina existe e que nenhum prazer ficará sem castigo.

Cada porre era um desafio ao céu e às suas feras. E elas vinham: Náusea, Azia, Dor de Cabeça, Dúvidas Existenciais - as golfadas. Hoje, as bebedeiras não têm a mesma grandeza. São inconseqüentes, literalmente. Não é que eu fosse um bêbado, mas me lembro de todos os sábados de minha adolescência como uma luta desigual entre a cuba-libre e o meu instinto de autopreservação. A cuba-libre ganhava sempre. Já dos domingos me lembro de muito pouco, salvo a tontura e o desejo de morte.

Jurava que nunca mais ia beber, mas, antes dos trinta, "nunca mais" dura pouco. Ou então o próximo sábado custava tanto a chegar que parecia mesmo uma eternidade. Não sei o que a cuba-libre fez com meu organismo, mas até hoje quando vejo uma garrafa de rum os dedos do meu pé encolhem.

Tentava-se de tudo para evitar a ressaca. Eu preferia um Alka-Seltzer e duas aspirinas antes de dormir. Mas no estado em que chegava nem sempre conseguia completar a operação. Às vezes dissolvia as aspirinas num copo de água, engolia o Alka-Seltzer e ia borbulhando para a cama, quando encontrava a cama. Mas os métodos variavam.

Por exemplo:

Um cálice de azeite antes de começar a beber - O estômago se revoltava, você ficava doente e desistia de beber.
Tomar um copo de água entre cada copo de bebida - O difícil era manter a regularidade. A certa altura, você começava a misturar a água com a bebida, e em proporções cada vez menores. Depois, passava a pedir um copo de outra bebida entre cada copo de bebida.

Suco de tomate, limão, molho inglês, sal e pimenta - Para ser tomado no dia seguinte, de jejum. Adicionando vodca ficava um bloody-mary, mas isto era para mais tarde um pouco.

Acordando de ressacaSumo de uma batata, sementes de girassol e folhas de gelatina verde dissolvidas em querosene - Misturava-se tudo num prato pirex forrado com velhos cartões do sabonete Eucalol. Embebia-se um algodão na testa e deitava-se com os pés na direção da ilha de Páscoa. Ficava-se imóvel durante três dias, no fim dos quais o tempo já teria curado a ressaca de qualquer maneira.

Uma cerveja bem gelada na hora de acordar - Por alguma razão o método mais popular.

Canja - Acreditava-se que uma boa canja de galinha de madrugada resolveria qualquer problema. Era preciso especificar que a canja era para tomar. No entanto, muitos mergulhavam o rosto no prato e tinham de ser socorridos às pressas antes do afogamento.

Minha experiência maior era com a cuba-libre, mas conheço outros tipos de ressaca, pelo menos de ouvir falar. Você sabia que o uísque escocês que tomara na noite anterior era paraguaio quando acordava se sentindo como uma harpa guarani. Quando a bebedeira com uísque falsificado era muito grande, você acordava se sentindo como uma harpa guarani e no depósito de instrumentos da boate Catito's em Assunção.

A pior ressaca era de gim.

Na manhã seguinte, você não conseguia abrir os dois olhos ao mesmo tempo. Abria um e quando abria o outro, o primeiro se fechava. Ficava com o ouvido tão aguçado que ouvia até os sinos da catedral de São Pedro, em Roma.

Ressaca de martini doce: você ia se levantar da cama e escorria para o chão como óleo. Pior é que você chamava a sua mãe, ela entrava correndo no quarto, escorregava em você e deslocava a bacia.

Ressaca BravaRessaca de vinho. Pior era a sede. Você se arrastava até a cozinha, tentava alcançar a garrafa de água e puxava todo o conteúdo da geladeira em cima de você. Era descoberto na manhã seguinte imobilizado por hortigranjeiros e laticínios e mastigando um chuchu para alcançar a umidade. Era deserdado na hora.

Ressaca de cachaça. Você acordava sem saber como, de pé num canto do quarto. Levava meia hora para chegar até a cama porque se esquecera como se caminhava: era pé ante pé ou mão ante mão? Quando conseguia se deitar, tinha a sensação que deixara as duas orelhas e uma clavícula no canto.

Olhava para cima e via que aquela mancha com uma forma vagamente humana no teto finalmente se definira. Era o Peter Pan e estava piscando para você.

Ressaca de licor de ovos. Um dos poucos casos em que a lei brasileira permite a eutanásia.

Ressaca de conhaque. Você acordava lúcido. Tinha, de repente, resposta para todos os enigmas do universo. A chave de tudo estava no seu cérebro. Devia ser por isso que aqueles homenzinhos estavam tentando arrombar a sua caixa craniana. Você sabia que era alucinação, mas por via das dúvidas, quando ouvia falar em dinamite, saltava da cama ligeiro.

Hoje não existe mais isto. As pessoas bebem, bebem e não acontece nada. No dia seguinte estão saudáveis, bem-dispostas e fazem até piadas a respeito.

De vez em quando alguns dos nossos se encontram e se saúdam em silêncio. Somos como veteranos de velhas guerras lembrando os companheiros caídos e o nosso heroísmo anônimo.

Estivemos no inferno e voltamos, inteiros.

Um brinde.

E um Engov."

Luis Fernando Veríssimo

Poesia é Gran Ouro

Eleita a melhor cachaça no Concurso Mundial de Bruxelas 2009

Embalagem especial

Adquira a edição limitada especial com 1 garrafa e 2 lindos copinhos.

Para ler e degustar

Poesia foi a inspiração rendeu 12 contos reunidos neste livro.