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SÍMBOLO BRASILEIRO
Há muito tempo nossa cachaça vem se consolidando como bebida oficial do Brasil, e hoje mais do que nunca vemos nela um símbolo nacional. Com chegada de eventos mundiais como Olimpíadas e Copa do Mundo, nosso otimismo em ampliar o destaque internacional só aumenta.
É muito importante para nossa identidade cultural, que a Cachaça se torne um ícone, pois como na Escócia o Uísque é símbolo nacional, no México a Tequila é a preferida e cara do povo mexicano e na Rússia a Vodka é a representante, a Cachaça tem que ser a nossa cara também.
Uma vez que a Cachaça se firmar mundialmente como a bebida do Brasil, poderemos alcançar objetivos maiores, levando nosso delicioso produto para o mundo inteiro ter o prazer, que já temos a centenas de anos.
Que tal começar com essa iniciativa agora? Há menos que você esteja no trabalho, então é melhor você ficar só na intenção. (Aliás, a intenção é que vale.)
Receita de Batida de Banana.
Combinando nossa deliciosa Cachaça Poesia com outro delicioso ingrediente, a Banana, temos uma combinação totalmente brasileira!
Ingredientes:
02 doses Cachaça Poesia – A Cachaça do Brasil
1/2 Banana Madura – De preferência nanica.
1 Limão espremido
2 colheres de sobremesa de açúcar
Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes, adicionando gelo aos poucos no liquidificador.
Sirva logo após o preparo e aproveite!
Obs. Para decorar o copo use uma rodela de banana cortada com a casca.
Cachaça Gourmet 2011 e Poesia
Pelo segundo ano seguido, a Cachaça Poesia participa do Festival Gastronômico Cachaça Gourmet – o maior evento de divulgação e promoção da cachaça de alambique do Estado de Minas Gerais.
A edição 2011 do Cachaça Gourmet acontece até 28 de fevereiro, em Belo Horizonte. E neste ano, o evento registra participação recorde de 25 restaurantes e 25 marcas de cachaças de qualidade. Cada restaurante tem apresentado ao público, diariamente (desde 05 de janeiro), uma série de coquetéis e pratos com receitas originais elaboradas à base da mais pura cachaça de alambique.
O público, por sua vez, tem degustado e votado nos melhores coquetéis e pratos em que o principal ingrediente é a cachaça. Segundo a organizadora do evento, Miriam Cerrutti, os resultados prometem ser muito bons. “Ainda estamos em processo de valorização da cachaça, mas acreditamos que a bebida - que já tem uma identidade cultural - deva ganhar espaço daqui prá frente e ser mais utilizada, inclusive, na culinária”, salienta.
O Cachaça Gourmet é uma projeto do Clube Mineiro da Cachaça, realizado em parceria com a prefeitura de Belo Horizonte, Belotur, Covention Visitors Bureau, AMPAQ e Krug Bier.
ECONOMIA
O fundador do Clube Mineiro da Cachaça, Murilo Albernaz, é também um dos idealizadores do Festival Gastronômico Cachaça Gourmet. Apreciador do genuíno produto da engenhosidade e arte brasileiros – a cachaça de alambique – ele afirma que os pequenos produtores são pouco beneficiados nas relações de comércio atualmente preponderantes.
Diante deste quadro, segundo Albernaz, é necessário estabelecer canais próprios de promoção e distribuição da cachaça de alambique de Minas Gerais, como forma de consolidar um mercado diferenciado e específico para este produto. “Isto não significa se restringir a nichos ou a canais específicos, mas buscar instituir negociações diferenciadas das atuais relações comerciais, incentivando o associativismo e a escala obtida de maneira coletiva”, argumenta.
O Clube Mineiro da Cachaça é um empreendimento de cunho cultural e social. Reúne apreciadores em eventos e comemorações e promove o consumo responsável da cachaça de alambique, de qualidade, quer seja pura ou em forma de coquetéis e como ingrediente fundamental na preparação dos mais variados pratos.
E neste ano, o Clube apresenta no Cachaça Gourmet 2011, o prato Lingüiça Poética – um prato exclusivo, genuinamente brasileiro, feito com a mais requintada das cachaças da atualidade: Poesia. “A cachaça Poesia é uma cachaça mineira de qualidade, que se destaca pela maciez. É ótima também na preparação de pratos, pois não deixa resíduos ou odor desagradável”, ressalta Murilo Albernaz.
RECEITA
Lingüiça Poética
(Linguiça flamblada na cachaça Poesia, com requeijão) – Para 4 pessoas

Ingredientes
300 gr de lingüiça fresca de pernil
100 ml de creme de leite
200 gr de requeijão cremoso
Alho e sal a gosto
1 cebola média picada
1 dose (50 ml) de cachaça Poesia
50 gr de queijo parmesão ralado
Modo de preparo
Fritar e flambar a linguiça com a cachaça Poesia.
Molho
Doure o alho, a cebola e acrescente o sal. Misture o creme de leite e o requeijão até engrossar.
Montagem
Coloque a linguiça frita em uma fôrma e o molho por cima, salpique o queijo parmesão e leve ao forno para gratinar. Pimenta Biquinho para enfeitar.
RESTAURANTES PARTICIPANTES E SEUS RESPECTIVOS PRATOS:
Amigos e Antigos (Lombo de Panela Afogado no Molho de Cachaça e Jabuticaba);
Baiana do Acarajé (Moqueca com Pinga);
Bar do Bigode (Feijoada Embriagada);
Big Owl (Ninho da Coruja);
Boi Supremo (Porpetone Mafioso);
Botequim Seu Jorge;
Brothers Beer (Pernil nas Nuvens);
Caminho da Roça (Lombo Jumicéia);
Clube Mineiro da Cachaça (Línguiça Poética);
Empório Savassi (Língua de Sogra);
Emporium (Tropeirinho Lagoa Seca);
Espaguete na Chapa (Filé de Tilápia ao Sugo da Cachaça);
Jardim de Minas (Filé de Gurujuba Flambado na Cachaça);
Oca dos Tapuias (Javali Embriagado na Oca);
Pizza Burguer (Costelinha Pé-de-Cana);
Rima dos Sabores (Cordeirinho Molhado);
Surubim no Espeto (Surubim no Espeto Assado na Brasa);
Xico da Kafua (Lombo com Cachaça)
CACHAÇAS UTILIZADAS:
Acuruy; Beijoca; Bocaiana; Caieira Velha; Caputira; Chapada Das Geraes; Cobiçada; Coluninha; Dedo de Prosa; Dona Beja; Extrema; Ferreira; Licores Marinho; Lucas Batista; Maria Boa; Magnífica; Ouro 1; Pau Brasil; Pendão; Pingo Verde; Poesia; Quebra Canga; Salideira; Século XVIII; Seleta; Vale Verde.
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Um brinde poético à 2011
Muita gente já está na contagem regressiva para a chegada de 2011. A tão esperada “festa da virada”está próxima, e por isso, os preparativos para o Reveillon estão sendo organizados em ritmo acelerado.
Entre esses preparativos, o que não pode faltar é o brinde da virada. Ou seja, para muitos, o espumante já está até separado para comemorar a passagem de 2010 para 2011.
E para transformar o seu Reveillon em uma ocasião especial, a Cachaça Poesia e a equipe Mais Bar se uniram, para dar um toque poético ao brinde de fim de ano.
O “Brinde a 2011” é um coquetel exclusivo, criado pelo bartender Paulo Monteiro. Uma bebida comemorativa, para brindar o novo ano que se aproxima, em grande estilo...
Receita: Brinde a 2011
50 ml de Poesia
30 ml de suco de pêssego
Frutas cristalizadas
10 ml de xarope de sementes de romã
Vinho espumante doce
Modo de preparo:
Em um copo de 300 ml, macere levemente as frutas cristalizadas em 20 ml de Poesia.
Acrescente muito gelo e mais 30 ml de Poesia; mexa bem.
Complete com o vinho espumante doce e o xarope de sementes de romã
Os tais projetos para o ano novo
Por Paulo Rezende.
Sou mestre neles, e veterano em alguns. Parar de fumar, por exemplo: venho decidindo isso para o próximo ano há, no mínimo, vinte reveillons. Beber menos? Mais ou menos este mesmo tanto de passagens de ano. Guardar dinheiro? Esse é mais recente, depois que passei dos 45, mas em termos de inutilidade se iguala aos seus irmãos mais velhos.
De forma que, neste 27 de dezembro, segunda, estava eu, sobrevivido à festança natalina, meditando sobre o futuro. De cigarro na mão – são os últimos, tenho só mais quatro dias de tabagismo pela frente, se dessa vez criar vergonha – sentado no portão de casa, olhava a rua vazia. O que, meu Deus, poderei fazer de marcante, de definitivo, em 2011?
De repente, chega um casal numa moto velha, com uma carrocinha atrelada. Eu já tinha visto os dois antes, passando pelo bairro.
Desceram, respeitosos.
- Bom dia!
- Bom dia, eu disse, tudo bem com vocês?
- Sim, senhor, e como foi de Natal?
- Ah, bem graças a Deus!
- É, a gente notou, passamos aqui bem cedinho, recolhemos as latinhas...
Aí, o marido calou, a mulher olhou pra ele, encorajando...
- Olha, é o seguinte. A gente tá meio sem jeito, mas é que eu e a Judite queria dar um presente pro senhor...
O quê? Que negócio era aquele?
- Uai, gente, mas por quê?
- É o seguinte: toda segunda-feira a gente passa por aqui, catando material reciclável, e a casa do senhor é a única que nunca falha.
- Como assim?
- Bem – a Judite entrou no meio – é que a gente faz um controle do que recolhe, direitinho. Já até fomos no Sebrae, pegamos umas informações, o moço imprimiu uma planilha, que a gente não tem computador ainda. Então, a gente anota tudo ali, certinho, no final do dia.
- E funciona?
- Ah, funciona. A gente agora sabe que em algumas ruas pode passar mais tarde, que o pessoal demora a colocar o material pra fora. Em outras, nem precisa passar: quase nunca tem nada reciclável.
- Ah, mas aqui, na sua casa, sô... sô... Como é mesmo o nome do senhor? Pois é, sô Paulo, aqui a gente passa logo cedo, porque sempre tem, e logo de manhãzinha, né?
- É, eu mesmo que coloco...
(Sim, não abro mão disso: pego um saquinho de plástico, onde já está a maioria das latinhas vazinhas, e saio juntando outras, que escondi pelos cantos depois de esvaziar. Nunca mais deixei tudo junto depois que uma tia minha (que adotou a gente e um apartamento nos fundos), cismou, num domingo à tarde, de contar, uma por uma. Foi um escândalo. Aí, agora só recolho todas na hora de jogar fora, e bem cedinho, antes que a família acorde.)
-
Pois é, sô Paulo, então, em agradecimento a este tanto de segunda-feira boa que o senhor deu pra gente, trouxemos este vinhozinho de lembrança.
Eu ainda estava sentado, levantei emocionado, sem jeito...
- Ô gente, precisava não...
- Precisava sim, sô Paulo, a gente não esquece de quem se lembra da gente. E agora dá licença que vamos indo...
- Esperem aí, não aceitam um cafezinho?
- Não, obrigado, precisamos rodar mais, aproveitar: tem gente que não é igual ao senhor, e só bebe no Natal.
Lá foram os dois na moto, a carrocinha cheia... De longe, Judite ainda gritou:
- Fica com Deus, sô Paulo.
Em seguida, completou:
- E que Nossa Senhora proteja seu fígado!
Sem ironia nenhuma, acreditem ou não.
Entrei, sentei na mesa, a garrafa de vinho na frente, meditei sobre os desígnios do Senhor... Que coisa, meu Deus! Garrafinha simples, vinho barato, mas nenhuma mostra de que tivesse sido “recolhida” pelos dois...
Minha tia acordou, chegou na cozinha e se interessou:
- Uai, bebendo já uma hora dessas? E desse vinho aí?
Nem respondi. Estava em êxtase. Tinha acabado de tomar uma decisão para 2011. Mesmo que de porre, essa eu respeit
arei. Agora sei que, pra cada latinha que eu beber, alguns centavos irão parar no bolso da Judite e do marido. É muita responsabilidade. Que casal empreendedor! Não posso decepciona-los, ainda mais depois desta garrafinha.
- Tia, eu nunca terei coragem de abrir essa garrafa!
- Nem eu, credo, ela disse com um muxoxo.
Não era disso que eu estava falando. Mas não perdi tempo explicando. Pra mim, essa garrafa significa um compromisso. É a personificação do meu projeto de ano novo.
Juro que vou continuar bebendo em 2011, e mais, se puder!
Que Nossa Senhora ouça os votos da Judite...
PS.: o que Judite e o marido (qual o nome dele? descubro no dia 27 de dezembro do ano que vem) não sabem é sobre a quantidade de garrafas vazias de Poesia que tenho guardadas lá no fundo. Não sei se vidro é tão caro quanto alumínio, mas, olha, pelo tanto de garrafa, é uma pequena fortuna. Não tenho coragem de jogar fora...
Não chego a anotar no rótulo quanto durou cada uma, mas só de olhar pra algumas tenho lembranças especiais. Até agora, defendi a integridade delas falando que vou usar pra colocar pimenta no azeite. Mas se este argumento fraquejar... “Deixa aí, gente, vou deixar de herança pra Judite e pro marido!” Mas só entreguem depois de eu morto!

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O coquetel perfeito para o Natal
Esta semana, a palavra de ordem é comemoração. E para comemorar é preciso ter não só uma ocasião especial como o Natal, como também um drink especial.
Com a intenção de comemorar em grande estilo o dia 25 de dezembro, a Cachaça Poesia e a equipe Mais Bar preparou uma receita natalina imperdível.
Saboroso, refrescante e sofisticado, o coquetel Poeta Noel é uma criação exclusiva do bartender Paulo Monteiro: Uma ótima pedida para o seu Natal ficar completo!
Receita: POETA NOEL
30 ml de Poesia
20 ml de vinho branco suave
3 lichias
3 uvas-itália
3 uvas vermelhas
Açúcar a gosto
Gotas de limão
Modo de preparo:
Retire a semente das lichias e macere com as uvas, o açúcar e as gotas de limão. Coloque muito gelo e adicione o vinho e a Poesia.
Mexa bem e decore com gomos de limão.
Dica:
Se preferir a bebida mais suave, complete o coquetel com refrigerante de limão.
Peru à cachaça
Por Paulo Rezende.

Ante-véspera de natal, quatro e meia da tarde, meu tio sentado na coberta do quintal despejava, goela abaixo de um peru, uns golinhos de cachaça. Dali a pouco o bicho iria pra faca, pra passar umas horas no tempero e depois enfrentar forno e fome da família. Família respeitável: além de vovô, vovó e seus dez filhos, uma cambada de sobrinhos e netos. Ou seja, o peru tinha que ser grande. E aquele era, engordado por meses, o mais vistoso do bando.
Meu tio, Parreirinha, pra não deixar o peru beber sozinho, dava também suas bicadas. O fígado do bicho estava em melhor condições. Parreirinha ficou alegre primeiro, começou a cantar caipiragens e modinhas. Meia hora e quase meio litro depois, o peru começou a glugluzar junto. Juntou gente, um monte gargalhando enquanto alguém mantinha a vovó dentro de casa, pra não acabar com a festa.
Parreirinha garantiu que além de cantar o bicho dava uns passinhos de catira. Levantou meio torto, passou o braço pelo pescoço do companheiro e cambalearam juntos. Gargalhadas redobradas, vivas, cantoria... Caíram os dois, claro, pouco depois. Por azar, o peru aparou com o pescoço os joelhos do Parreirinha. Morte instantânea, justo no instante em que vovó saía na porta da cozinha pra ver o motivo daquela zoeira toda.
Parreira, arrasado, gritou “Tadinho, gente, traz uma vela!”, enquanto tentava acender seu isqueiro, daqueles a querosene, “Ô, coitado, que foi que fiz?”
- O que você fez? O que você fez? Só estragou o melhor peru que eu tinha!, gritou minha avó.
Segundo ela, aquele ali não servia mais pra assar, sem sangrar a carne endurecia.
- Já pro quarto, vai deitar e não bebe mais hoje!
Maristela, a tia mais animada, bagunceira como os irmãos, sugeriu: fizessem aquele cozido na panela, então, e pegassem um outro, mesmo menor, pra assar.
Levaram o corpo pra ser depenado na cozinha, e outro peru entrou na roda. Não podia faltar a cachaça, claro. Só que, com todo respeito, a encomendação dos perus já tinha virado uma celebração. E resolveram que, em vez da ótima cachaça do alambique da família, que por acaso – juro – levava o nome do caçula nas garrafas, iam dar era uma outra qualquer pro bicho.
- Traz aquela do compadre Mardoqueu, lá do Mata-Porco!, comandou meu avô, recém-chegado da fazenda.
- Ih, pai, mas aquela? Aquilo é álcool puro. Coitado do peru...
Todo mundo já meio tonto com a santa cachacinha de casa, uns resolveram ser solidários. Iam passar de mão em mão a meia garrafa do compadre, cada um mandava uma talagada, o que sobrasse era do peru.
Vovô concordou, deu a primeira, gemeu, cuspiu, passou a garrafa pra frente... Quando chegou no último da fila, um primo meu já de bigode e liberado pra umas e outras, ele levou a garrafa na boca e depois despejou o resto na goela do peru. Que resto! A maioria da roda tinha fingido que bebia, e o pior ficou pro coitado. Demorou a descer, bem um terço de litro.
Acabada a overdose, soltaram o peru. Ele pareceu soluçar, bateu as asas, esticou o pescoço, botou a língua pra fora... Olhou prum lado, olhou pro outro – olhos vermelhos, o cão! – e saiu correndo no rumo do tanquinho. Antes de conseguir beber água, capotou e entrou em convulsão. As asas imensas varriam o chão e jogavam poeira pra todo lado. Esperneava e rodava como macumbeiro encaboclado. Correria, confusão, minhas tias apanhando as roupas no varal vizinho (“o lençol alvejado, mamãe mata um hoje!”), ninguém da roda macho o suficiente pra parar o bicho. Um primo meu, mais ou menos da minha idade, pulou em cima dele. Tanta coragem me deu uma inveja terrível, mas por pouco tempo. Ditinho levou uma pernada que o mandou longe, rolando, unhado no peito e esfolado nas costas. Alguém buscou uma enxada, outro sugeriu um machado, enquanto o peru endemoniado pulava e berrava terreiro afora. Quem resolveu o problema foi quem tinha começado, ainda no primeiro peru. Parreirinha escapou do quarto, avançou roda afora, deu uma beiçada num coité no caminho, agarrou o peru pela cabeça, levantou e tacou no pescoço do bicho o canivetinho de picar fumo.
Nem lembro se alguém comeu peru naquela ceia. Mas deste dia ficaram duas tradições na família. A primeira, diária, jogar fora, sem abrir, toda e qualquer garrafa do compadre Mardoqueu que aparecesse em casa. A segunda, natalina, dar bastante cachaça pro meu tio, antes de cuidar do peru...
PS.: Infelizmente, não cheguei a provar da cachacinha do alambique da família materna. Vovô parou a fabricação da Parreirinha antes do meu bigode ganhar os pelos necessários para o primeiro gole. Mas quando tomo meio copinho da Poesia, bem devagar, penso que ela deveria ser parecida: gente de casa, capaz de só trazer boas histórias. Como, aliás, as do livro Prosa e Poesia: para ler e degustar. Se gostou desta crônica, compre o livro...
No ano seguinte...

Inclua Poesia na sua Ceia de Natal
O Natal se aproxima e muita gente já começa a se preparar para esta que é uma das confraternizações mais esperadas do ano. É tempo de reunir a família, de relembrar histórias do passado e compartilhar novas experiências. É tempo de sentar em torno da mesa decorada, para rezar e degustar da ceia... Atos que representam o nascimento de Jesus. E nada melhor para comemorar este momento especial, que acrescentar um pouco de Poesia à tradição natalina.
Poesia – uma bebida tipicamente brasileira – é uma boa pedida para degustar na Ceia de Natal. Mas, não só como bebida, propriamente dita. Poesia também pode estar presente no prato principal da ceia, trazendo com seu aroma suave, um gostinho especial para incrementar a refeição.
Este ano, a Cachaça Poesia se apresenta como ingrediente “surpresa”de uma receita de Lombo de Porco à Mineira, um delicioso e sofisticado prato que não pode faltar na sua Ceia de Natal. A sugestão de receita para a ceia natalina foi retirada do livro “Delícias Brasileiras com Cachaça”, da renomada produtora de cachaça, empresária e escritora, Miriam Cerrutti.
O livro, lançado no mês de agosto, reúne 30 maravilhosas receitas inéditas de frutos do mar, peixes, carnes e aves – tudo com um ingrediente especial: a cachaça. “A bebida harmoniza perfeitamente com a culinária brasileira”, comenta Miriam Cerrutti.
Receita

INGREDIENTES:
1,5 kg de lombo de porco
4 colheres (sopa) de suco de limão
2 dentes de alho amassados
3 colheres de manjericão picado
2 folhas de louro
1 cebola média
1 xícara de Cachaça Poesia
Sal e pimenta à gosto
10 ameixas pretas
1 caixa de bacon em fatias
MODO DE PREPARO:
- Coloque o lombo numa tigela e tempere com todos os ingredientes.
- Deixe de molho por 2 horas e depois leve ao forno pré-aquecido por uma hora.
- Retire do forno, enrole o bacon no lombo, decorando com ameixa.
- Volte ao forno por mais 30 minutos.
- Decore com as ameixas e o bacon. Sirva com farofa mineira e arroz.
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Neste Natal, presenteie com Poesia

O Natal tem todo um significado amplo, regido pelos preceitos da fé cristã. É a festa de comemoração do nascimento de Jesus Cristo. E embora sejam inúmeras as simbologias que marcam esta data, um hábito comum – o de presentear – tornou-se ao longo do tempo, a expressão máxima das festas de fim de ano.
Alguns autores dizem que os presentes simbolizam o que Deus nos deu com o nascimento de Jesus. Outros associam a sua representação aos presentes que Jesus recebeu dos Reis Magos. Mas, o que importa não é o valor material, mas o carinho e a mensagem contidos no cuidado com que você escolhe o presente.

E essa escolha do melhor presente, nem sempre é tarefa fácil. Isso porque, muita gente não sabe o que dar, não quer repetir as mesmas coisas de anos anteriores, ou não sabe exatamente o gosto daquele que se pretende presentear.
É nesta hora que a Poesia entra em cena como uma sugestão original.
No mercado desde 2007, a Cachaça Poesia é produzida com todo o cuidado que manda a tradição artesanal mineira, aliado às boas práticas da sustentabilidade. O aroma de cana recém-cortada e o sabor leve e inconfundível faz da Poesia uma boa pedida para presentear com originalidade e elegância.
Neste Natal, presenteie com Poesia e de um significado especial para a sua festa de fim de ano.
Estamos com promoções especiais para empresas e compras em maiores quantidades, consulte-nos pelo telefone 019 3862 9364 ou pelo email atendimento@cachacapoesia.com.br.
BE SEVEN
Você está cansado da mesmice dos bares e happy hours? Quer se divertir em um local diferente? Então, você está convidado para a inauguração do BE SEVEN, nesta quinta-feira (25). O BE SEVEN será comandado pela equipe MaisBar, um dos muitos parceiros da Cachaça Poesia. E o novo bar é temático: O número sete e suas infinitas curiosidades dão o tom desta inovadora "casa". ALEGRIA (7 letras), CORAÇÃO (7 letras) e SUCESSO (7 letras) são algumas das palavras que vão nortear o trabalho no BE SEVEN (7 letras). Você está convidado para a inauguração!!! E o primeiro coquetel BE SEVEN é por conta da casa... Data: 25 de novembro Horário: 19h00 Local: Avenida Doutor Arnaldo, 1318 – Sumaré / SP Site: www.beseven.com.br
Ludwig Restaurant: Uma refeição digna de Rei

Quem disse que beleza não se põe à mesa?
A beleza não só das delícias gastronômicas, mas também na preparação do ambiente ideal para uma boa refeição faz sim, toda a diferença. E é com a filosofia do “bem servir”, que há quase 20 anos o Ludwig Restaurant de Campos do Jordão tem conquistado a clientela.
Seguindo o ditado popular que diz que a diferença está nos detalhes, o Ludwig se destaca como referencial de requinte, charme e sofisticação. À mesa, copos de cristal austríaco, jogos americanos de linho e louças francesas compõem o ambiente ideal para uma refeição de qualidade. Tudo decorado com o tradicional emblema do restaurante: o cisne vermelho.
A casa em estilo montanhês encontra-se em um ambiente rodeado de muito verde, topo de morro no bairro do Capivari. Cenário ideal para o clima de descontração e conforto.
De arquitetura européia, o Ludwig remete, involuntariamente, às casas dos contos de fadas. Lareiras naturais decoram os salões do restaurante. No prédio há grandes janelas que exibem a natureza exuberante. E para completar, o Ludwig Restaurant conta com uma equipe altamente treinada, da cozinha até a recepção.
Um cardápio digno de premiação
O Ludwig Restaurant foi eleito pelo Guia Quatro Rodas Brasil, três vezes campeão (2006, 2007 e 2008) por ter o melhor founde de queijo de Campos do Jordão. Premiado, o founde Savoyardeé é um dos destaques da gastronomia suíça presente no cardápio.
E a lista gastronômica suíça ainda conta com foundes de carne , como o Bourguignonne e o de chocolate Toblerone – o primeiro founde de chocolate com grife, servido com frutas, marshmallow e profiterolis.
No cardápio também aparecem pratos clássicos que levam salmão real, lagosta, camarão, carré de cordeiro, javali, trutas, entre outros. Massas, risotos, cremes e sopas também são boas opções para os dias de inverno mais rigoroso.
História e Gastronomia
De uma homenagem ao rei Ludwing II, da Baviera, surgiu o nome do restaurante. A história conta que esse rei construiu vários castelos e foi encontrado afogado no lago Stranberg, em 13 de junho de 1886. O símbolo de Ludwing Restaurant é um cisne (paixão do rei Ludwing II), que está presente na decoração.

Serviço:
ENDEREÇO: Rua Aristides de Souza Melo, 50, Capivari – Campos do Jordão / SP
TELEFONE: (12) 3663-5111/ (12) 3663-8325
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: Diariamente, a partir das 19 horas. Sábados, domingos e feriados a partir das 12 horas.
ANO DE ABERTURA: 1991
SITE: www.ludwigrestaurant.com.br
CAPACIDADE: 250 pessoas



